Duas décadas de prestígio vistas através da crítica especializada.

 

“Sob a originalidade abriga-se uma afinidade que se torna facilmente sedutora, servida por executantes de musicalidade e formação muito desenvolvidas, temperamentalmente apaixonados pelo papel que lhes cabe desempenhar…”

                        Francine Benoit (A Capital, 23 Fevereiro 1981)

 

“À primeira vista tem-se a impressão de que estes instrumentos não conseguiriam formar um conjunto homogéneo; a verdade, porém, é que a arte dos seus componentes e o apurado trabalho de preparação conseguiram resultados surpreendentes…”                 

                        Joly Braga Santos (Diário de Notícias, 24 Agosto 1981)

 

“Opus Ensemble é, pela sua originalidade, um dos mais interessantes agrupamentos surgidos em Portugal nos últimos tempos…”

                        Joly Braga Santos (Diário de Notícias, 25 Setembro 1981)

 

“Opus Ensemble revelou-se a equipa de câmara de primeira ordem, à escala europeia.”

                        João de Freitas Branco (O Jornal, 11 Setembro 1981)

 

“O excelente conjunto Opus Ensemble, contacto sempre apetecido e compensado, não só pela originalidade mas, sobretudo, pela sua qualidade artística.”

                        Humberto d’Ávila (Diário de Notícias, 17 Novembro 1981)

 

“O maior triunfo coube, sem dúvida e de longe, à conexão do trabalho de conjunto, trabalho muito sério que preservou a descontracção, a naturalidade do que não hesitaremos em chamar um endiabrado espectáculo.”

                        Francine Benoit (O Diário, 15 Novembro 1981)

 

“O mérito do Opus Ensemble está precisamente nessa aglutinação de efeitos e temperamentos personalizados que é requisito próprio e indispensável da música de câmara, sem perda da individualidade de cada componente, e é só possível em tão alta qualidade quando a síntese resulta da participação concertada de artistas de tão elevada craveira…”

Humberto d’Ávila (Diário de Notícias, 8 Dezembro 1982)

 

“Resta-nos esperar mais actuações desse espantoso conjunto que se chama Opus Ensemble. Afinal Santos da Casa fazem milagres…”

                        Pedro Rodrigues (Sete, 29 Dezembro 1982)

 

“O Opus Ensemble, formado há dois anos, integra quatro instrumentistas de notáveis recursos… A qualidade deste trabalho é, a vários títulos, assinalável… o LP do Opus Ensemble coloca-se na primeira linha de discografia de 1982.”

                        José Jorge Letria (O Diário, 31 Dezembro 1982)

 

“O Opus Ensemble é um dos raros agrupamentos de câmara de nível internacional a que Portugal serviu de berço.”

                        P.F. (TV Top, 31 Dezembro 1982)

 

 

“Opus Ensemble: o mais importante disco clássico alguma vez gravado em Portugal...Obra prima de excepcional qualidade, Disco do Ano de 1982.”

                        Trindade Santos (JL, 4 a 17 Janeiro 1983)

 

“A força interior dos quatro, fazendo música juntos, essa torrente de energia musical e humana…”

                        Bernardo Cristóvão (A Capital, 28 Março 1983)

 

“ No Opus Ensemble acabamos por descobrir não apenas uma inesgotável fonte de gozo estético, como uma mestria instrumental difícil de igualar.”

                        Pedro Ferreira (Música e Som, Maio 1983)

 

“Grupo homogéneo pleno de equilíbrio. O seu êxito justifica-se inteiramente pela categoria dos artistas, de que resultam execuções notáveis.”

                        Maria Helena de Freitas (Diário Popular, 5 Setembro 1983)

 

“Opus Ensemble é um dos grupos de câmara mais provocativos e interessantes aparecidos na cena musical europeia em muitos anos.”

                        Carnegie Hall Musical Newsletter, New York, Novembro 1983

 

“Em pouco tempo este grupo ganhou prestígio na Europa e nos EUA, com grandes compositores escrevendo especialmente para si.”

                        O Jornal, 13 Janeiro 1984

 

“Um acordo que resultou num importante trabalho de pesquisa de repertório de épocas diferentes e numa série de concertos de grande êxito em Portugal e no estrangeiro.”

                        Rolo Duarte (O Jornal, 24 Fevereiro 1984)

 

“Fundado em 1980, o Opus Ensemble tornou-se um milagre que é preciso que comece a ser habitual.”

                        Trindade Santos (Música e Som, Junho 1984)

 

“…verdadeiros “magos” da música de câmara do nosso tempo.”

                        Manuel Baptista (Tv Guia, 28 Setembro 1984)

 

“Um conjunto musical perfeito, a criar o seu repertório e a conquistar êxitos sobre êxitos.”

                        José Blanc de Portugal (Diário de Notícias, 14 Março 1986)

 

“Qualquer música se torna a melhor música com o Opus Ensemble…”

                        Mário Vieira de Carvalho (Diário de Lisboa 14 Março 1986)

 

“Opus Ensemble maravilhou ontem o público que enchia a sala do “Loucuras”…”

                        Elsa Andrade (Diário de Lisboa, 18 Fevereiro 1987)

 

“É, no entanto, uma dimensão ritual, de sagração da universalidade de música (…) que há que reconhecer nesta visita do Opus Ensemble ao Loucuras (…), a mais perfeita, a mais inspirada actuação que recordo da minha experiência de ouvinte do grupo.”

                        Luís Alves (Expresso, 21 Fevereiro 1987)

 

“Para fazer a música que eu faço é preciso ser louco, e se eu não a tocar ninguém a toca, a não ser o Opus Ensemble, que é constituído por quatro loucos como eu, quatro loucos lindos!”

                        Astor Piazzolla (JL, 16 a 22 Novembro 1987)

 

“ O excelentíssimo Opus Ensemble é exemplo de experiência instrumental e interpretação viva de música de todos os tempos.”

                        José Blanc de Portugal (Diário de Notícias, 9 Agosto 1987)

 

“O Opus Ensemble atingiu uma qualidade superlativa, reconhecida tanto entre nós como no estrangeiro.”

                        Maria Helena de Freitas (Diário Popular, 22 Agosto 1987)

             

“Rigor: a única palavra para “explicar” o concerto do Opus Ensemble, entusiasticamente saudado…” (no Festival de Sagres)

                        João Gobern (Sete, 5 Agosto 1987)

 

“Esboços de câmara sobre temas tradicionais portugueses: uma emocionante delícia…”

                        António Macedo (Sete, 23 Dezembro 1987)

 

“…o Cancioneiro Português do Opus Ensemble é um dos mais importantes acontecimentos discográficos do ano que acaba de terminar. Um disco indispensável.”

                        J. Pimenta de França (O Comércio do Porto, 10 Janeiro 1988)

 

“Opus Ensemble assina em temas do Cancioneiro Português um trabalho de importância fundamental sobre a música de origem popular que, de certo modo, é o corolário da sua obra gravada… são pequenas peças, minúsculas pérolas da nossa cultura que ganham aqui uma dimensão nova…”

                        Rui Monteiro (A Capital, 18 Março 1988)

 

“Opus Ensemble é um dos pontos altos da execução musical no nosso país: o prazer do fascínio, o instante encantado, a simplicidade do saber. O país-cultural deve-lhes muito.”

                        José Jorge Letria (O Diário, 2 Novembro 1988)

 

“A especificidade da sua constituição, ao surgir como um desafio para os compositores, só veio tornar mais fecunda a sua contribuição para a música contemporânea.”

                        Trindade Santos (Sete, 18 Janeiro 1989)

 

“Na intensa actividade do Opus Ensemble tem-se infiltrado o Diabo Piazzolliano…”        

                        Hugo Caligaris (La Nación, Buenos Aires, 12 Fevereiro 1989)

 

“Dez anos “ensemble”, a aventura de uma década… o espaço encantatório de uma linguagem comum, o privilégio do entendimento.”

                        Cristina Peres (Sete, 15 Março 1990)

 

“Opus Ensemble, a cálida perfeição; exemplo de virtuosismo e musicalidade…”

                        José A. Garcia Dantaz (El Telegrafo, Paysandu, Uruguai, Agosto 1990)

 

“Um conjunto excelente, um grande concerto…”

                        E. Friedler (El País, Montevideu, 24 Agosto 1990)

 

“Dez anos de aventura, vinte e duas dedicatórias. O Opus Ensemble continua, em 1990, a consolidar a singular intervenção do grupo no mundo musical.”

                        Luís M. Alves (Público, 27 Agosto 1990)

 

“O Opus Ensemble apresentou-se em roupas de rua, porque as malas ficaram retidas em Londres. O público não se importou com isso, já que artistas desta estatura não precisam de decoração. Foi impossível ficar indiferente perante a perfeição deste conjunto, perante a sua leveza, fineza e alegria.”

                        Anna Wozniakowska, Cracóvia, Polónia, 29 Agosto 1990)

 

“O Opus Ensemble interpreta música plena de metafísica: ligeira, humorística, com vital ideia de interpretação, da dança e do virtuosismo instrumental.”

                        Leszek Polony (Gazeta Krakowska, Cracóvia, 29 Agosto 1990)

 

“Opus Ensemble: um exemplo chave. Porque a qualidade vale a pena.”

                        José Atalaia (Diário de Notícias, 29 Dezembro 1991)

 

“Eles são o que de melhor Portugal tem para oferecer ao mundo em termos de agrupamentos de câmara.”

                        Ponto Final, Macau, 25 Abril 1992

 

“O Opus Ensemble caracteriza-se pela originalidade. Tem personalidade própria e em nada parece com outros conjuntos de câmara.”

                        Luciana Leiderfarb (JL, 20 Abril 1993)

 

“Este agrupamento, quer pela sua originalidade, quer pela sua qualidade intrínseca, é um fenómeno isolado na realidade musical do país, sobretudo se tivermos em conta a dimensão pioneira desta projecto com 13 anos de existência, antecedendo em mais de uma década o “boom” que se tem verificado em Portugal ao nível do surgimento de novas formações de câmara.”  

                        Vanda de Sá (Público, 20 Junho 1993)

 

“A actuação do Opus Ensemble mereceu um enorme “feed-back” por parte do público, que se despediu do grupo aplaudindo estrondosamente em pé. Um êxito amplamente merecido…”

                        Pedro Esteves (A Capital, 5 Julho 1993)

 

“A vinda do Opus Ensemble a Cabo Verde constitui um acontecimento de excepção na vida cultural da Praia.”

                        Novo Jornal, Praia, Cabo Verde, 12 Junho 1993

 

“O Opus Ensemble no Festival de Macau: a arte e o gosto. A arte consumada e o gosto-gozo de fazer música…Opus Ensemble deixa uma recordação indelével.”                                         

                        Fernando Pires (DN, 28 Outubro 1994)

 

“Opus Ensemble, sem dúvida a mais prestigiada formação de câmara portuguesa.”

                        Felipe Mesquita de Oliveira (Expresso, 25 Março 1995)

 

“Uma das mais gratas constatações face ao êxito deste amadurecido representante da música de câmara em Portugal, é o facto de ter desencadeado um repertório de grande interesse, a si dedicado, e que de outra forma não existiria.”

                        Alexandre Delgado (Público, 30 Maio 1995)

 

“Um concerto do opus Ensemble constitui uma verdadeira aula prática acerca das virtualidades da música de conjunto.”

                        F. C. Lapa (Público, 11 Dezembro 1995)

 

“Um dos mais prestigiados e singulares agrupamentos nacionais.”

                        Augusto M. Seabra (Boletim da Assoc. Cultural Saldanha, Outubro 1996)

 

“O Opus Ensemble é agora um trio, depois da morte de Bruno Pizzamiglio, que não vai ser substituído no grupo.”

                        Blitz, 2 Dezembro 1997

 

“A sobrevivência do nome e da política artística do Opus Ensemble é a melhor homenagem que os seus actuais membros podem dedicar à memória do saudoso e insubstituível companheiro desaparecido, o grande oboísta Bruno Pizzamiglio.”

                        Entrevista de Patrícia Cabral (A Capital, 19 Dezembro 1997)

 

“Opus Ensemble: novo repertório, novo alento. O nome mantém-se, para dar continuidade a um trabalho que foi iniciado há mais de 17 anos.”

                        Expresso, 10 Abril 1998

 

“Actualmente constituído por Ana Bela Chaves (viola), Olga Prats (piano) e Alejandro Erlich Oliva (contrabaixo), o Opus Ensemble tem levado a música de câmara portuguesa aos quatro cantos do mundo.”

                        Alexandre Carita (A Capital, 14 Abril 1998)

 

“Um dos conjuntos que pela sua alta qualidade mais contribuiu para arrancar o contrabaixo da mera fileira orquestral foi, sem dúvida, o Opus Ensemble.”

                        Manuel Ivo Cruz (Jornal de Notícias, Porto, 22 Maio 1998)

 

“Ainda no passado eram quatro. Hoje o Opus Ensemle é um trio que continua a trabalhar com os mesmos objectivos e motivações que nortearam o seu nascimento, 18 anos atrás.”

                        Luciana Leiderfarb (Expresso, 1998)

 

“Da elegância de Telemann até à envolvência do tango moderno, passando pela nostalgia romântica e pela contemporaneidade, os três artistas do Opus Ensemble foram digníssimos e valiosos embaixadores musicais de Portugal.”

                        André Link (Luxemburger Wort, Luxemburgo, 3 Fevereiro 1999)

 

“Opus Ensemble, criadores de um mundo próprio, que dificilmente pode ser recriado por outros...”

Vanda de Sá (Expresso, 1 Setembro 2001)

 

“Figura tutelar dos agrupamentos de câmara portugueses... as suas leituras são um modelo de como a prestação de conjunto remete para segundo plano a individual... uma rara arte instrumental...”

Bernardo Mariano (Diário de Notícias, 27 Outubro 2001)

 

“Um dos grupos mais inteligentes e universais de toda a música produzida em Portugal”

João Almeida (Jornal de Letras, 12 Dezembro 2001)

 

“Um refinamento cada vez mais acentuado... transcorridos 21 anos, a surpresa, o elevado bom gosto do repertório, a par do requinte das suas leituras, mantêm-se bem presentes no seio do projecto”

José Salvador (Diário de Notícias Madeira, 9 Dezembro 2001)

 

“O jovem oboísta Pedro Ribeiro parece ser o substituto perfeito de Bruno Pizzamiglio, membro fundador do Opus Ensemble, falecido há alguns anos... um som belíssimo, um fraseado impecável, expressividade e capacidade para trabalhar em conjunto... com Ana Bela Chaves, Olga Prats e Alejandro Erlich Oliva, eles demonstraram que no palco não há idades.”

Teresa Cascudo (Público, Lisboa, 20 Julho 2004)

 

“O Centro de Congressos do Estoril vai viver esta noite um acontecimento muito especial: o mais antigo e mais galardoado agrupamento português de música de câmara, o Opus Ensemble, comemora o 25º aniversário da sua fundação.”

Bernardo Mariano (Diário de Notícias, 1 Agosto 2005)

 

 

   
 

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